Em todo o universo, planetas e estrelas maiores orbitam estrelas maiores. A Física clássica explica que existe a posição ideal para que a interação entre os corpos celestes permaneçam neste harmonioso movimento.
A chave central deste enigma é a gravidade (ou como assim conhecemos tal fenômeno).
Em princípio, descreveu-se a órbita dos corpos celestes como circulares, mas Kepler comprovou que eram elípticas: há momentos em que os corpos estão mais pertos; outras horas, mais afastados. Isso é periódico; um vai-e-vem eterno. Acima de tudo: isso é natural.
Em nossas vidas, é preciso também encontrar o momento perfeito, a harmonia das órbitas, suas proximidades e seus afastamentos. Escapando-se ao movimento orbital, desequilibra-se o sistema e não há mais vida.
Por outro lado, quando a força gravitacional se torna cada vez mais violenta, os corpos se chocam e os mais fortes consomem os mais fracos. É o fim!
É incrível como o universo inteiro, em todos os aspectos, é uma máquina perfeita! E acho que estou próximo de encontrar o movimento harmônico ideal…
Taí: felicidade é encontrar o movimento harmônico ideal!
That's the idea.
Obrigado por ser uma dos dois visitadores regulares do meu blog… Hehehehehehehe!
Eu acho que estou perdida na órbita então
It looks like you are a true pro. Did ya study about the issue? *lol*